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COMO A VITAMINA E PROTEGE O FÍGADO?

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Pesquisas indicam que a vitamina E é capaz de proteger o fígado contra toxinas ambientais, incluindo substâncias químicas hepatotóxicas e metais pesados. Este efeito se deve à sua ação na neutralização de espécies reativas de oxigênio geradas pelo metabolismo dessas substâncias.


Além disso, a vitamina E possui propriedades antiapoptóticas, impedindo a morte celular programada em hepatócitos sob estresse. Isso ajuda a preservar a funcionalidade geral do fígado.


Um estudo clínico demonstrou que pacientes suplementados com vitamina E apresentaram melhorias significativas na resistência à insulina, um fator chave na patogênese da NAFLD.


A vitamina E também influencia positivamente o metabolismo energético hepático, aumentando a oxidação de ácidos graxos e reduzindo a lipogênese de novo. Isso contribui para a redução do acúmulo de gordura no fígado.


No contexto de doenças hepáticas autoimunes, como a hepatite autoimune, a vitamina E pode reduzir os danos causados por processos inflamatórios mediados pelo sistema imunológico.


Estudos experimentais em modelos animais indicam que a vitamina E pode proteger contra danos hepáticos induzidos por álcool, sugerindo um papel potencial em condições de toxicidade combinada.


Além disso, há evidências de que a vitamina E melhora a elasticidade do fígado em casos de fibrose, um benefício importante para evitar a progressão para cirrose.


A suplementação de vitamina E também foi associada à redução de marcadores séricos de estresse oxidativo, como malondialdeído, que refletem o grau de peroxidação lipídica no fígado.


A vitamina E exerce um efeito protetor na microcirculação hepática, melhorando o fluxo sanguíneo e reduzindo o risco de hipóxia em áreas afetadas pela fibrose.


Estudos sugerem que a vitamina E pode interagir positivamente com compostos como o ácido ursodesoxicólico, potencializando seus efeitos na melhoria de parâmetros hepáticos.


Além disso, a vitamina E pode ajudar a mitigar os efeitos de medicamentos hepatotóxicos, como certos analgésicos e antibióticos, preservando a função hepática.


No contexto da regeneração hepática, a vitamina E pode acelerar a recuperação celular após lesões hepáticas agudas, promovendo a renovação de hepatócitos.


Pesquisas recentes indicam que a vitamina E também tem efeitos protetores contra danos hepáticos induzidos por radiação, uma área de interesse crescente.


Outra propriedade benéfica da vitamina E é sua capacidade de estabilizar as membranas celulares, protegendo o fígado contra danos mecânicos e químicos.


A vitamina E desempenha um papel essencial na prevenção da progressão da fibrose hepática para cirrose, interrompendo a ativação das células estreladas do fígado.


Além disso, a vitamina E pode reduzir o risco de desenvolvimento de carcinoma hepatocelular, uma complicação comum em doenças hepáticas crônicas.


Em pacientes com síndrome metabólica, a vitamina E foi associada à redução de níveis de triglicerídeos e melhora da sensibilidade à insulina, benefícios que impactam diretamente o fígado.


A suplementação com vitamina E também mostrou benefícios em pacientes com colangite biliar primária, reduzindo a inflamação e o estresse oxidativo.


Estudos em animais revelaram que a vitamina E pode proteger contra a toxicidade hepática causada por dietas ricas em gorduras e carboidratos simples.

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